Brasília, 16/03/2026

3 em 1: disputa eleitoral no Rio racha União Progressista

A sucessão de Cláudio Castro (PL) , governador do Rio de Janeiro, rachou a União Progressista – federação criada por União Brasil e PP.

Há pelo menos três nomes na fila desse grupo da direita, que domina bancadas no Congresso Nacional e pretende fazer páreo a Eduardo Paes (PSD), que costuma aparecer como um dos favoritos.

Os nomes são Rodolfo Landim , Márcio Canella e Rodrigo Bacellar .

E eles vão precisar chegar a um consenso.

Como mostrou o Portal iG  na oficialização da federação, em abril,
União Brasil e PP passaram a atuar como um só por no mínimo quatro anos.

A federação é obrigada a alinhar as campanhas eleitorais e definir conjuntamente as candidaturas.

Os candidatos terão que estar nas mesmas chapas para disputar a Presidência, os governos dos Estados e as cadeiras no Congresso.

Federação desunida

Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa fluminense, é postulante pelo União Brasil. Mas não tem toda a confiança do clã bolsonarista depois de, por exemplo, demitir o secretário de Transportes, Washington Reis (MDB) , nome de peso na política estadual. Baccellar tomou a medida enquanto governador interino, na ausência de Castro.

Com a incerteza quanto ao seu nome, o partido pode lançar Márcio Canella, próximo de Reis – o demitido por Baccellar. Canella é prefeito de Belford Roxo , na Baixada Fluminense, reduto importante para qualquer político que queira se dar bem nas urnas.

Afora a capital, é onde estão as maiores cidades do estado e, por consequência, a maior concentração de eleitores.

Canella ainda teria o apoio de Antonio Rueda , presidente nacional da legenda.

No entanto, eis o racha: o PP vê no ex-presidente do Flamengo , Rodolfo Landim, um nome forte para concorrer a quem vai ser lançado candidato pela federação. (IG)

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