Durante a madrugada deste sábado (3), a capital venezuelana, Caracas, foi surpreendida com explosões e bombardeios. Os ataques também foram registrados nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além do litoral e da cidade costeira de Higuerote. As ações fazem parte de uma ofensiva atribuída aos Estados Unidos, que teria como alvos áreas civis e militares no país sul-americano.
Trump anunciou por meio da rede social Truth Social a captura e retirada do país do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cilia Flores. Ele também afirmou que Washington estaria preparado para exercer influência na administração venezuelana, enquanto se estabelece uma “transição adequada”.
Recompensa de captura por Maduro
Em entrevista coletiva à imprensa realizada neste sábado (3), transmitida pelo perfil oficial do YouTube da Casa Branca, Donald Trump confirmou os ataques e os classificou como “extraordinário”. Durante o discurso, Trump voltou a chamar o governo de Maduro de ditadura criminosa e afirmou que o presidente venezuelano será julgado nos Estados Unidos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio também fez comentários sobre a situação deste sábado. Durante a fala, ele afirmou que Maduro não é o presidente legítimo da Venezuela. Além disso, Rubio relembrou da recompensa oferecida pela captura de Maduro.
“Ele é um fugitivo da justiça americana, com uma recompensa de 50 milhões de dólares. Bem, acho que economizamos 50 milhões de dólares”.
O secretário ainda declarou que Maduro teria tido várias oportunidades para evitar o ataque, e que ele teria recebido “ofertas muito generosas”, mas que em vez de aceitar, o presidente da Venezuela teria “agido como louco”.
A oferta de uma recompensa de 50 milhões de dólares(aproximadamente R$ 271 milhões, na cotação atual) pela captura de Nicolás Maduro foi anunciada em agosto de 2025, prevendo pagamento por informações que resultassem na prisão do presidente venezuelano. (IG)


