A Argentina sobreviveu à emboscada armada por Cabo Verde, mas saiu da partida com uma constatação preocupante: a equipe continua excessivamente dependente da genialidade de Lionel Messi. Nas oitavas de final, ao enfrentar o Egito de Mohamed Salah, o time terá uma última oportunidade de ajustar a engrenagem antes que a Copa do Mundo entre em sua fase mais traiçoeira.
Os atuais campeões mundiais vêm fazendo uma reflexão profunda desde sexta-feira. As emoções iniciais após a vitória por 3 a 2 sobre Cabo Verde, garantida por um gol salvador momentos antes de uma disputa de pênaltis, foram de um imenso alívio por terem escapado, por pouco, de uma humilhação colossal.
A ‘Albiceleste’ ficou abalada ao perceber quão perto esteve do abismo, embora as causas vinham sendo sentidas desde o início do torneio.
Disputando a sexta Copa do Mundo de sua carreira, Messi marcou sete dos 11 gols da Argentina nas vitórias sobre Argélia (3 a 0), Áustria (2 a 0) e Jordânia (3 a 1) na fase de grupos, assim como no jogo da fase de 16-avos contra Cabo Verde. (Gazeta)


