Candidata do PSD, número 55200, reúne em sua plataforma medidas para proteção de jornalistas, fortalecimento de iniciativas sociais, desenvolvimento do Altiplano Leste e ampliação das políticas voltadas às mulheres Com 34 anos de atuação no jornalismo e uma trajetória profissional construída em Brasília desde 1998, Andreia Salles, candidata do PSD à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), apresenta uma plataforma eleitoral que reúne defesa da liberdade de imprensa, proteção dos profissionais da comunicação, desenvolvimento comunitário e políticas sociais, com atenção especial às demandas das mulheres. A experiência acumulada ao longo de décadas acompanhando a realidade do Distrito Federal é apontada por Andreia como uma das bases de sua candidatura. Ela passou muito tempo de sua carreira percorrendo as Regiões Administrativas e ouvindo relatos de moradores. “Como jornalista atuante no DF desde 1998, passei mais de duas décadas percorrendo as nossas Regiões Administrativas, escutando histórias de luta, resistência e superação”, escreveu. A partir dessa experiência, Andreia sustenta que a participação feminina na formulação das políticas públicas precisa ser ampliada. Para ela, as mulheres devem estar diretamente envolvidas nas decisões que tratam de questões que afetam seu cotidiano. “Não é possível construir políticas públicas eficientes para as mulheres sem a participação direta de nós, mulheres”, afirmou. Ela defende que o princípio “Nada sobre nós sem nós” deixe de ser apenas uma referência e passe a orientar a elaboração das leis. Proteção à liberdade de imprensa A defesa da liberdade de imprensa ocupa espaço central entre as propostas apresentadas pela candidata. Andreia Salles defende a criação de protocolos específicos de segurança junto à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e à Polícia Civil (PCDF) para assegurar condições de trabalho aos jornalistas durante manifestações públicas e em áreas de acesso a órgãos governamentais. A proposta prevê o estabelecimento de zonas de segurança destinadas aos profissionais de comunicação durante coberturas jornalísticas, com o objetivo, segundo a candidata, de garantir que repórteres, fotógrafos, cinegrafistas e demais trabalhadores da imprensa possam exercer suas funções com segurança. Outro ponto da plataforma é a mudança nas regras de conduta parlamentar. Andreia propõe uma reforma no Código de Ética da Câmara Legislativa para estabelecer punições a deputados que ataquem jornalistas, promovam exposição indevida ou divulguem dados pessoais de profissionais da imprensa. Observatório contra o assédio judicial A candidata também propõe a criação de um observatório, no âmbito da Câmara Legislativa, destinado a acompanhar casos de assédio judicial contra jornalistas. A estrutura teria como objetivo mapear situações que, segundo sua proposta, possam representar tentativas de intimidar, deslegitimar ou inviabilizar o trabalho jornalístico por meio do uso recorrente do sistema de Justiça. A agenda voltada à categoria inclui ainda medidas na área da saúde mental. Andreia defende prioridade de atendimento na rede pública para jornalistas vítimas de violência durante o exercício profissional ou submetidos a perseguições e campanhas sistemáticas nas redes sociais. A proposta menciona o Sistema Único de Saúde (SUS) e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), especialmente para demandas relacionadas à saúde mental. Mulheres no centro das políticas públicas A participação feminina no poder público é outro eixo destacado por Andreia Salles. Ela argumenta que determinadas experiências cotidianas das mulheres precisam estar representadas diretamente nos espaços de decisão. “Homens, por mais bem-intencionados que sejam, não vivenciam a rotina do medo em paradas de ônibus escuras, a angústia da falta de vagas em creches para poderem trabalhar ou a sobrecarga que atinge de forma devastadora as mães solo”, escreveu. Para a candidata, ampliar a presença feminina na política significa levar essas questões para o processo de elaboração das políticas públicas. Ela resume essa posição ao defender que “votar em mulheres é garantir que a nossa realidade concreta esteja presente no momento das decisões”. A plataforma inclui o combate à violência de gênero e o fortalecimento das redes de proteção e das Delegacias da Mulher. Andreia, porém, afirma que o enfrentamento à violência precisa estar associado a medidas capazes de ampliar a autonomia econômica das mulheres. “Defendo o combate intransigente à violência de gênero e o fortalecimento das redes de proteção e das delegacias da mulher”, afirmou. Na avaliação apresentada pela candidata, romper o ciclo da violência também exige criar condições para que as mulheres tenham independência financeira. Por isso, ela defende incentivo ao empreendedorismo feminino, combate às disparidades salariais e investimentos em infraestrutura de cuidado. “Afinal, não existe empoderamento sem creche em tempo integral e atenção à saúde mental na rede pública”, disse. Altiplano Leste como prioridade comunitária A experiência pessoal da candidata no Altiplano Leste também aparece como um dos fundamentos de sua plataforma. Andreia Salles mora na região há 25 anos, onde criou as duas filhas, e pretende levar essa vivência para a discussão sobre o desenvolvimento da localidade. A proposta é conciliar investimentos em infraestrutura e melhoria dos serviços com a preservação das características da região. O planejamento urbano responsável, segundo a candidata, deve permitir o crescimento do Altiplano Leste sem comprometer sua identidade e suas características originais. O fortalecimento das iniciativas comunitárias também integra esse eixo. Andreia defende apoio a projetos sociais desenvolvidos localmente e a manutenção de canais permanentes de diálogo com moradores e organizações da sociedade civil. A experiência de circular pelas diferentes regiões do Distrito Federal durante a carreira jornalística é apresentada por ela como uma fonte de conhecimento sobre as demandas locais. Esses encontros, segundo ela, lhe permitiram conhecer “histórias de luta, resistência e superação” vividas por moradores do DF. Prevenção às drogas e proteção social Na área social, a candidatura inclui entre suas prioridades o enfrentamento ao uso de drogas. A proposta apresentada aponta para políticas de prevenção, apoio às famílias e reinserção social, buscando articular diferentes setores das políticas públicas. A proteção das mulheres e a promoção da equidade de gênero formam outro eixo da plataforma. Além das medidas de enfrentamento à violência, a candidata defende políticas capazes de ampliar oportunidades e fortalecer as condições para que mulheres possam conquistar autonomia econômica. A proposta também prevê maior aproximação entre o poder público e entidades da sociedade civil. Na visão apresentada por Andreia, a experiência acumulada no jornalismo e a atuação comunitária podem contribuir para estabelecer canais de interlocução entre instituições e população. Renovação da CLDF A defesa de uma renovação da Câmara Legislativa aparece como uma síntese do discurso eleitoral da candidata. Andreia argumenta que a mudança na composição da Casa deve representar mais do que a substituição de nomes. “A necessidade de renovar a Casa não é um simples desejo de troca de nomes, mas uma urgência democrática para oxigenar a política e priorizar quem mais precisa”, escreveu. A candidata também associa a renovação à ampliação da participação feminina nos espaços de poder. Em sua avaliação, a presença de mais mulheres no Legislativo pode contribuir para que temas relacionados à segurança, maternidade, cuidado, violência, saúde mental e autonomia financeira tenham maior espaço na formulação das políticas públicas. “Renovar a CLDF em 2026 significa substituir velhas práticas pela coragem de levar as demandas reais do povo para o centro do debate”, afirmou. Ao defender a ampliação da presença feminina nos espaços de decisão, Andreia convoca as mulheres a participarem desse processo: “É hora de unirmos forças para ocupar os espaços de decisão com vozes femininas”. Experiência profissional como base da candidatura A candidatura ao Legislativo distrital é apresentada por Andreia Salles como uma extensão de sua trajetória profissional e comunitária. Ela também disputou uma vaga de deputada distrital pelo PSD em 2022, quando ficou como suplente. Para a candidata, a experiência de mais de três décadas na comunicação e o contato cotidiano com diferentes setores da sociedade formam a base para uma atuação parlamentar voltada à fiscalização, ao diálogo e à formulação de políticas públicas. Entre os principais compromissos apresentados estão a defesa da liberdade de imprensa, a criação de mecanismos de proteção aos jornalistas, o combate ao assédio judicial, a atenção à saúde dos profissionais de comunicação, o desenvolvimento planejado do Altiplano Leste, o incentivo a projetos comunitários, a prevenção ao uso de drogas e a defesa dos direitos e da autonomia das mulheres. Andreia sintetiza essa visão ao defender a construção de um Distrito Federal “verdadeiramente acolhedor para as famílias e justo para as mulheres”. A candidatura procura, assim, conectar a experiência profissional no jornalismo com a vivência comunitária e a defesa de uma maior participação feminina nas decisões políticas.

Candidata do PSD, número 55200, reúne em sua plataforma medidas para proteção de jornalistas, fortalecimento de iniciativas sociais, desenvolvimento do Altiplano Leste e ampliação das políticas voltadas às mulheres
Com 34 anos de atuação no jornalismo e uma trajetória profissional construída em Brasília desde 1998, Andreia Salles, candidata do PSD à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), apresenta uma plataforma eleitoral que reúne defesa da liberdade de imprensa, proteção dos profissionais da comunicação, desenvolvimento comunitário e políticas sociais, com atenção especial às demandas das mulheres.
A experiência acumulada ao longo de décadas acompanhando a realidade do Distrito Federal é apontada por Andreia como uma das bases de sua candidatura. Ela passou muito tempo de sua carreira percorrendo as Regiões Administrativas e ouvindo relatos de moradores.
“Como jornalista atuante no DF desde 1998, passei mais de duas décadas percorrendo as nossas Regiões Administrativas, escutando histórias de luta, resistência e superação”, escreveu.
A partir dessa experiência, Andreia sustenta que a participação feminina na formulação das políticas públicas precisa ser ampliada. Para ela, as mulheres devem estar diretamente envolvidas nas decisões que tratam de questões que afetam seu cotidiano.
“Não é possível construir políticas públicas eficientes para as mulheres sem a participação direta de nós, mulheres”, afirmou. Ela defende que o princípio “Nada sobre nós sem nós” deixe de ser apenas uma referência e passe a orientar a elaboração das leis.
Proteção à liberdade de imprensa
A defesa da liberdade de imprensa ocupa espaço central entre as propostas apresentadas pela candidata. Andreia Salles defende a criação de protocolos específicos de segurança junto à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e à Polícia Civil (PCDF) para assegurar condições de trabalho aos jornalistas durante manifestações públicas e em áreas de acesso a órgãos governamentais.
A proposta prevê o estabelecimento de zonas de segurança destinadas aos profissionais de comunicação durante coberturas jornalísticas, com o objetivo, segundo a candidata, de garantir que repórteres, fotógrafos, cinegrafistas e demais trabalhadores da imprensa possam exercer suas funções com segurança.
Outro ponto da plataforma é a mudança nas regras de conduta parlamentar. Andreia propõe uma reforma no Código de Ética da Câmara Legislativa para estabelecer punições a deputados que ataquem jornalistas, promovam exposição indevida ou divulguem dados pessoais de profissionais da imprensa.
Observatório contra o assédio judicial
A candidata também propõe a criação de um observatório, no âmbito da Câmara Legislativa, destinado a acompanhar casos de assédio judicial contra jornalistas. A estrutura teria como objetivo mapear situações que, segundo sua proposta, possam representar tentativas de intimidar, deslegitimar ou inviabilizar o trabalho jornalístico por meio do uso recorrente do sistema de Justiça.
A agenda voltada à categoria inclui ainda medidas na área da saúde mental. Andreia defende prioridade de atendimento na rede pública para jornalistas vítimas de violência durante o exercício profissional ou submetidos a perseguições e campanhas sistemáticas nas redes sociais. A proposta menciona o Sistema Único de Saúde (SUS) e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), especialmente para demandas relacionadas à saúde mental.
Mulheres no centro das políticas públicas
A participação feminina no poder público é outro eixo destacado por Andreia Salles. Ela argumenta que determinadas experiências cotidianas das mulheres precisam estar representadas diretamente nos espaços de decisão.
“Homens, por mais bem-intencionados que sejam, não vivenciam a rotina do medo em paradas de ônibus escuras, a angústia da falta de vagas em creches para poderem trabalhar ou a sobrecarga que atinge de forma devastadora as mães solo”, escreveu.
Para a candidata, ampliar a presença feminina na política significa levar essas questões para o processo de elaboração das políticas públicas. Ela resume essa posição ao defender que “votar em mulheres é garantir que a nossa realidade concreta esteja presente no momento das decisões”.
A plataforma inclui o combate à violência de gênero e o fortalecimento das redes de proteção e das Delegacias da Mulher. Andreia, porém, afirma que o enfrentamento à violência precisa estar associado a medidas capazes de ampliar a autonomia econômica das mulheres.
“Defendo o combate intransigente à violência de gênero e o fortalecimento das redes de proteção e das delegacias da mulher”, afirmou.
Na avaliação apresentada pela candidata, romper o ciclo da violência também exige criar condições para que as mulheres tenham independência financeira. Por isso, ela defende incentivo ao empreendedorismo feminino, combate às disparidades salariais e investimentos em infraestrutura de cuidado. “Afinal, não existe empoderamento sem creche em tempo integral e atenção à saúde mental na rede pública”, disse.
Altiplano Leste como prioridade comunitária
A experiência pessoal da candidata no Altiplano Leste também aparece como um dos fundamentos de sua plataforma. Andreia Salles mora na região há 25 anos, onde criou as duas filhas, e pretende levar essa vivência para a discussão sobre o desenvolvimento da localidade.
A proposta é conciliar investimentos em infraestrutura e melhoria dos serviços com a preservação das características da região. O planejamento urbano responsável, segundo a candidata, deve permitir o crescimento do Altiplano Leste sem comprometer sua identidade e suas características originais.
O fortalecimento das iniciativas comunitárias também integra esse eixo. Andreia defende apoio a projetos sociais desenvolvidos localmente e a manutenção de canais permanentes de diálogo com moradores e organizações da sociedade civil.
A experiência de circular pelas diferentes regiões do Distrito Federal durante a carreira jornalística é apresentada por ela como uma fonte de conhecimento sobre as demandas locais. Esses encontros, segundo ela, lhe permitiram conhecer “histórias de luta, resistência e superação” vividas por moradores do DF.
Prevenção às drogas e proteção social
Na área social, a candidatura inclui entre suas prioridades o enfrentamento ao uso de drogas. A proposta apresentada aponta para políticas de prevenção, apoio às famílias e reinserção social, buscando articular diferentes setores das políticas públicas.
A proteção das mulheres e a promoção da equidade de gênero formam outro eixo da plataforma. Além das medidas de enfrentamento à violência, a candidata defende políticas capazes de ampliar oportunidades e fortalecer as condições para que mulheres possam conquistar autonomia econômica.
A proposta também prevê maior aproximação entre o poder público e entidades da sociedade civil. Na visão apresentada por Andreia, a experiência acumulada no jornalismo e a atuação comunitária podem contribuir para estabelecer canais de interlocução entre instituições e população.
Renovação da CLDF
A defesa de uma renovação da Câmara Legislativa aparece como uma síntese do discurso eleitoral da candidata. Andreia argumenta que a mudança na composição da Casa deve representar mais do que a substituição de nomes.
“A necessidade de renovar a Casa não é um simples desejo de troca de nomes, mas uma urgência democrática para oxigenar a política e priorizar quem mais precisa”, escreveu.
A candidata também associa a renovação à ampliação da participação feminina nos espaços de poder. Em sua avaliação, a presença de mais mulheres no Legislativo pode contribuir para que temas relacionados à segurança, maternidade, cuidado, violência, saúde mental e autonomia financeira tenham maior espaço na formulação das políticas públicas.
“Renovar a CLDF em 2026 significa substituir velhas práticas pela coragem de levar as demandas reais do povo para o centro do debate”, afirmou.
Ao defender a ampliação da presença feminina nos espaços de decisão, Andreia convoca as mulheres a participarem desse processo: “É hora de unirmos forças para ocupar os espaços de decisão com vozes femininas”.
Experiência profissional como base da candidatura
A candidatura ao Legislativo distrital é apresentada por Andreia Salles como uma extensão de sua trajetória profissional e comunitária. Ela também disputou uma vaga de deputada distrital pelo PSD em 2022, quando ficou como suplente.
Para a candidata, a experiência de mais de três décadas na comunicação e o contato cotidiano com diferentes setores da sociedade formam a base para uma atuação parlamentar voltada à fiscalização, ao diálogo e à formulação de políticas públicas.
Entre os principais compromissos apresentados estão a defesa da liberdade de imprensa, a criação de mecanismos de proteção aos jornalistas, o combate ao assédio judicial, a atenção à saúde dos profissionais de comunicação, o desenvolvimento planejado do Altiplano Leste, o incentivo a projetos comunitários, a prevenção ao uso de drogas e a defesa dos direitos e da autonomia das mulheres.
Andreia sintetiza essa visão ao defender a construção de um Distrito Federal “verdadeiramente acolhedor para as famílias e justo para as mulheres”. A candidatura procura, assim, conectar a experiência profissional no jornalismo com a vivência comunitária e a defesa de uma maior participação feminina nas decisões políticas.


