Brasília, 24/10/2026

Flávio encerra campanha no Rio; Lula reúne apoiadores na Paulista

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerraram neste sábado (24) suas campanhas para o segundo turno com mobilizações no Sudeste. Flávio reuniu apoiadores na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto Lula participou de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo.

Segundo o SBT News, os candidatos escolheram para os últimos compromissos estados ligados às suas trajetórias políticas. As manifestações tiveram bandeiras brasileiras e a execução do Hino Nacional, mas também símbolos e mensagens próprios de cada candidatura.

Na Barra da Tijuca, Flávio acompanhou o hino com a mão no peito e deixou a mobilização por volta das 17h50. Os participantes carregavam bandeiras do Brasil e cartazes com críticas ao PT, a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na Paulista, Lula ergueu uma bandeira brasileira enquanto segurava um exemplar da Constituição na outra mão. O presidente saiu do carro e caminhou entre os apoiadores até o trio elétrico, onde permaneceu até pouco depois das 18h.

Além das bandeiras nacionais, o público na avenida paulistana exibiu símbolos da comunidade LGBTQIA+ e mensagens como “pela vida do povo negro”, conforme o relato do SBT News.

Pela manhã, os dois candidatos já haviam participado de outras mobilizações. Flávio esteve em Belo Horizonte, em um ato organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), chamado de “Bloquinho 22”. O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos), também participou.

A capital mineira deu vantagem ao senador no primeiro turno: Flávio recebeu 48,30% dos votos, contra 41,39% de Lula. Nas imagens divulgadas nas redes sociais, apoiadores do candidato do PL apareciam vestidos de verde e amarelo.

Lula começou o dia em Copacabana, no Rio, onde percorreu a orla em um trio elétrico e também ergueu uma bandeira do Brasil. Ao som de músicas de campanha, os participantes exibiram cartazes com a imagem do presidente, o número 13 e bandeiras e bonés do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

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