«Perdemos cinco vidas. E há mais de 200 feridos, muitos deles graves e muito graves. Esta é uma dimensão que nenhum de nós pode imaginar”, declarou Haseloff em evento com o chefe do governo alemão, Olaf Scholz.
Scholz condenou a “terrível catástrofe” ocorrida na noite de sexta-feira.
A chanceler apelou à unidade nacional em plena campanha para as eleições antecipadas de fevereiro, eleições marcadas pelo debate sobre migração e segurança.
“É importante que continuemos unidos como país e que falemos uns com os outros”, disse a chanceler no local da tragédia.
Scholz prometeu agir contra “aqueles que querem semear o ódio”, depois do ataque deste Natal que lembra o ataque jihadista de 2016 a um mercado de Berlim.
A chanceler deslocou-se ao local da tragédia para prestar homenagem às vítimas, aos socorristas e às forças de segurança que prenderam o suspeito, um médico de 50 anos originário da Arábia Saudita.
A investigação não esclareceu as possíveis motivações do suspeito, que nunca expressou opiniões favoráveis às organizações jihadistas e declarou-se simpatizante do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD). (El Nacional)


