Um ataque israelense no sul do Líbano matou três jornalistas, incluindo Ali Shuaib, repórter da emissora Al Manar, ligada ao Hezbollah. Israel afirmou que Shuaib atuava como “terrorista disfarçado de jornalista” e ajudava a revelar posições militares, enquanto a emissora o descreveu como símbolo da resistência.Informações da CNN.
Também morreram os irmãos Fatima e Mohammad Ftouni, ligados à Al Mayadeen. O governo libanês classificou o ataque como crime de guerra e anunciou que levará o caso ao Conselho de Segurança da ONU. Já o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) disse estar investigando e criticou o que chamou de padrão de acusações sem provas contra jornalistas.
O episódio ocorre em meio à intensificação dos confrontos entre Israel e o Hezbollah no sul do Líbano, aumentando as tensões e levantando preocupações sobre a segurança de profissionais da imprensa em zonas de conflito.

