O senador republicano Lindsey Graham, da Carolina do Sul, morreu na noite de sábado, aos 71 anos, após uma doença breve e repentina, informou seu gabinete. Um dos principais aliados políticos do presidente Donald Trump, Graham presidia o Comitê de Orçamento do Senado e se preparava para disputar um quinto mandato nas eleições de novembro.
De acordo com a NBC News, equipes de emergência foram acionadas para a residência do parlamentar, em Capitol Hill, após um chamado de parada cardíaca. Socorristas realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar antes de Graham ser levado de ambulância, mas ele não resistiu. Segundo integrantes de sua equipe, não havia qualquer indicação de que o senador apresentasse problemas de saúde antes do episódio. Inclusive, ele tinha participação confirmada no programa Meet the Press, da NBC News, na manhã de domingo.
A morte provocou uma onda de homenagens em Washington. O presidente Donald Trump descreveu Graham como “um verdadeiro patriota americano” e “um dos maiores senadores” que conheceu. Em sinal de luto, as bandeiras da Casa Branca foram hasteadas a meio mastro. O líder da maioria no Senado, John Thune, destacou a atuação de Graham como defensor dos interesses dos Estados Unidos e dos países aliados, enquanto o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, afirmou que o senador foi “o mais feroz lutador pela Carolina do Sul e pela América”. O ex-presidente George W. Bush também prestou homenagem, ressaltando a experiência de Graham em política externa e seu compromisso com o papel dos Estados Unidos no cenário internacional.
