
A jornalista Sônia Carneiro morreu, aos 74 anos, neste domingo (20), em Brasília. Com mais de cinco décadas dedicadas ao jornalismo e à comunicação, ela teve longa trajetória na cobertura da política brasileira. Informações do G1.
Sônia deixa dois filhos, Terence Zveiter e Danniel Zveiter (veja foto ao lado). O velório está marcado para esta terça-feira, às 9h, na capela 6 do cemitério Campo da Esperança da Asa Sul.
Trajetória
Sônia iniciou a carreira em 1971. Trabalhou durante 32 anos na Rádio Jornal do Brasil e no Jornal do Brasil, onde permaneceu até 2003.
Ao longo da carreira, exerceu funções como repórter e chefe de reportagem e também ocupou a chefia da Rádio Jornal do Brasil em Brasília.
Na cobertura política, foi setorista do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto. Acompanhou acontecimentos como o movimento das Diretas Já, os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, a CPI de PC Farias e o processo de impeachment do então presidente Fernando Collor.
A atuação de Sônia durante a Constituinte também foi registrada pela TV Senado. Em depoimento publicado em 2018, ela relembrou o período em que era repórter da Rádio e do Jornal do Brasil e falou sobre o papel da imprensa durante a elaboração da nova Constituição.
Em 1992, Sônia recebeu o Prêmio Imprensa Estrangeira, concedido pela Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE), em reconhecimento à atuação profissional.